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Escrito por André San às 13h59
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"Tomara que Caia" ganha sobrevida



O mundo é cheio de surpresas (“e de automóveis!”, diria Kiko neste momento). Quando entrou no ar, Tomara que Caia foi alvo de tantas críticas negativas, e ainda sofreu bastante com a baixa audiência, que parecia que teria vida curta. O humorístico com cores de game show criado por Boninho, previsto para durar 12 episódios, foi ameaçado a ter sua temporada encurtada, tamanha a rejeição que sofreu. No entanto, passados alguns episódios, a atração conseguiu o feito de ter sua temporada ampliada. Deveria ter saído do ar no último final de semana, mas agora fica até o final de novembro.

A reação positiva de Tomara que Caia tem a ver com os ajustes que sua equipe promoveu na tentativa de salvá-lo. Com um formato problemático, que exigia dos atores do elenco muito improviso, mas ao mesmo tempo os amarrava a um roteiro fraco, Tomara que Caia parecia mesmo fadado ao fracasso. Seu elenco fixo, formado por Marcelo Serrado, Eri Johnson, Priscila Fantin, Fabiana Karla, Ricardo Tozzi, Nando Cunha, Dani Valente e Heloísa Perissé tiveram sérias dificuldades em sair do texto quando o momento exigia. O formato só demonstrou ter alguma graça quando Monica Iozzi, apresentadora do Vídeo Show, surgiu como atriz convidada. Monica não se ateve ao texto e provocou uma verdadeira anarquia no palco do programa, surpreendendo e fazendo rir até mesmo o elenco do programa.

Ali, ficou claro que o elenco do Tomara que Caia era seu elo mais fraco. O formato que mesclava texto e improviso só arrancaria risadas mesmo se todo o seu elenco tivesse a disposição que Monica mostrou em cena. Percebido isso, o programa passou a contar com participações especiais, trazendo atores com tarimba para a graça improvisada. A própria Monica voltou, e vieram também Leandro Hassum, Nelson Freitas, Samanta Schmütz e Tom Cavalcante, entre outros. Tomara que Caia não virou nenhum achado a partir daí, mas a melhora foi visível. A audiência reagiu: se não explodiu, ao menos passou a sofrer menos com a concorrência do Programa Silvio Santos.

Pois a decisão de alongar a temporada do Tomara que Caia tem a ver com a sua recuperação, além do fato de a Globo não ter nenhum produto em vista para ocupar a faixa pós-Fantástico. No entanto, como o programa ganhou novos episódios, acabou por esbarrar no término do compromisso de alguns dos atores de seu elenco e, por isso, ele será praticamente todo renovado a partir do próximo domingo, dia 11. Marcelo Serrado, Eri Johnson e Heloísa Perissé continuam (esta última não estará no domingo que vem, mas ela permanece no elenco). Priscila Fantin, Fabiana Karla, Ricardo Tozzi, Nando Cunha e Dani Valente não voltam mais ao programa.

Para suprir a ausência, a atração vai ampliar o número de participações especiais: neste domingo, terá a presença de Samantha Schmütz, Erico Brás, André Gonçalves e Danielle Winits. A novidade será Renata Dominguez, que volta à Globo após uma longa temporada como estrela de novelas da Record. Com o aval para se divertirem em cena, pode ser que, até o final da temporada, Tomara que Caia finalmente azeite sua fórmula e consiga conquistar a simpatia da audiência. O programa melhorou, então nada é impossível.

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Escrito por André San às 21h02
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Capítulos de "A Regra do Jogo" são reescritos, diz jornal



Ainda sem dar sinais de que irá reverter a queda de audiência do horário nobre da Globo, a novela A Regra do Jogo terá alguns de seus capítulos reescritos. Segundo a coluna de Patrícia Kogut, do jornal O Globo, o intuito da “mexida” no texto é deixar a trama “mais clara”. Provavelmente, tal manobra tem a ver com os resultados dos primeiros grupos de discussão da trama, que apontou que parte da audiência não entende a novela.

Realmente, A Regra do Jogo não é uma novela fácil, como bem disse o próprio Silvio de Abreu, Diretor de Teledramaturgia Diária da emissora. Os personagens principais estão todos envolvidos num emaranhado que envolve um crime acontecido no passado. Todos ostentam obscuridades, dando a entender que sabem mais (ou menos) do que se supõe a respeito do sempre citado “massacre da Seropédica”. Há uma facção criminosa no centro do enredo, com tentáculos que atingem vários núcleos da novela. É preciso certa atenção do público para “pescar” alguns acontecimentos.

Com isso, o autor João Emanuel Carneiro dá um passo além em seu estilo já conhecido de apostar em mocinhos pouco ortodoxos e vilões com alguma humanidade. Foi assim em suas duas novelas das sete, Da Cor do Pecado e Cobras & Lagartos. Em sua estreia na faixa das nove, sua vilã, Flora (Patrícia Pillar) não era lá muito humana, mas ela demorou dois meses para revelar ao público que era, de fato, a grande vilã de A Favorita. Já em Avenida Brasil, estava claro desde o início quem era a vilã e quem era a mocinha, mas o autor subverteu a ordem do folhetim ao colocar sua vilã, Carminha (Adriana Esteves) sendo enganada pela mocinha Nina (Débora Falabella), e não o contrário. No entanto, todas estas novelas tinham uma espinha dorsal muito mais simples e de fácil assimilação. A Favorita era a história de uma vilã obcecada pela mocinha, e Avenida Brasil era a boa e velha história de vingança. A Regra do Jogo já não é tão simples assim.

Já é possível notar nos últimos capítulos de A Regra do Jogo um aumento de flashbacks que explicam o passado dos personagens. As origens de Toia (Vanessa Giácomo) e Dante (Marco Pigossi), que são sobreviventes do Massacre da Seropédica, estão cada vez mais claras. Kiki (Deborah Evelyn), a ex-mulher de Romero (Alexandre Nero) e mãe adotiva de Dante, que era apenas citada, agora já aparece em flashbacks. A personagem, dada como morta, irá reaparecer em breve. Outros flashbacks revelaram mais da infância do protagonista, mostrando Djanira (Cassia Kis) expulsando o filho de casa. Também já estão previstas cenas em que o passado de Orlando (Eduardo Moscovis) vem à tona: ele é casado e sua esposa, vivida por Carolina Dieckmann, irá surgir em breve. Por fim, no final da semana passada, aconteceu a primeira reviravolta da novela, quando houve a revelação de que Zé Maria (Tony Ramos) é o responsável pelo Massacre da Seropédica.

Se a ideia é apenas elucidar parte da história que possa ser mal compreendida, as mudanças são válidas, e até necessárias. O que não pode é querer mudar toda a trajetória traçada para a obra, como fizeram com Babilônia, que acabou virando uma nau sem rumo. O próprio autor João Emanuel Carneiro e o diretor Silvio de Abreu garantiram que isso não vai acontecer, e assim esperamos. Até porque a trama central de A Regra do Jogo é muito interessante, e toda esta obscuridade faz parte do charme da obra, tornando-a uma novela adulta. Particularmente, o que me incomoda em A Regra do Jogo são as tramas paralelas: não tenho muita paciência para a família de Feliciano (Marcos Caruso), ou personagens como Rui (Bruno Mazzeo) e Tina (Monique Alfradique), ou Oziel (Fabio Lago) e Indira (Cris Vianna), ou ainda Juca (Osvaldo Mil) e Domingas (Maeve Jinkings).



Escrito por André San às 18h30
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TV Paga: Viva exibe "Malhação 2004"'



No ano em que Malhação completa duas décadas no ar, o Viva estreia uma das temporadas mais carismáticas e de maior sucesso da atração: a da Vagabanda. A partir da próxima segunda, dia 12 de outubro, às 13h, o canal traz de volta as aventuras da banda de rock que saiu das telas e conquistou o público com hits como "Por Mais Que Eu Tente" e "Você Sempre Será".

Exibida pela primeira vez em 2004, na TV Globo, esta edição marca a estreia dos atores Marjorie Estiano, Humberto Carrão, Guilherme Berenguer e João Velho na televisão. O elenco é composto ainda por nomes como Nuno Leal Maia, Tássia Camargo, Daniele Suzuki, Cissa Guimarães, Dalton Vigh, André De Biase, Bia Montez, Juliana Didone, Ícaro Silva, Ricardo Petraglia, Graziela Schmitt, Sérgio Hondjakoff, Lara Rodrigues, entre outros.

Letícia da Silva (Juliana Didone) e Gustavo Soares (Guilherme Berenguer) são opostos. Enquanto a moça é centrada e estudiosa, ele é rebelde e vive aprontando na escola. A classe social também destoa entre as famílias. Letícia é filha do gari José (Ricardo Petraglia) e da inspetora do Múltipla Escolha, Lúcia (Tássia Camargo). É irmã de Kadu (Bruno Ferrari), que vive insatisfeito com sua condição social. Já Gustavo é de família rica, mas não dá valor ao dinheiro. O guitarrista da Vagabanda é herdeiro de Marcelo (Eduardo Lago), um famoso advogado criminalista que só pensa em trabalho, e de Beatriz (Cissa Guimarães), ex-atriz. O galã é irmão dos gêmeos Diogo (Humberto Carrão) e Camila (Lara Rodrigues), duplinha que não cansa de brigar um minuto.

O início da nova temporada é marcado por um acidente que distancia ainda mais Letícia e Gustavo, que nem pensam em formar um casal. O músico e Kadu se envolvem em uma brincadeira inconsequente que resulta no coma do jovem Fabrício (Pedro Nercessian). O irmão de Letícia termina preso, mas Gustavo é absolvido da cadeia graças ao pai. Como pena, terá que prestar serviços comunitários. Nessa nova rotina, o guitarrista passará a se encontrar com Letícia também fora do colégio, já que ela participa de vários trabalhos sociais. Aos poucos, o que parecia improvável acontece: os dois se apaixonam. Quem não vai aprovar a situação é Natasha, personagem que destacou Marjorie Estiano. Em sua estreia na TV, ela interpreta a cantora e baixista da Vagabanda que tem obsessão por Gustavo.

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Escrito por André San às 18h29
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Record inaugura sua "temporada de realities"



Este final de setembro e início de outubro foi marcado por diversas estreias na linha de shows da Record. Em alta desde que o sucesso de Os Dez Mandamentos turbinou a audiência do canal, a faixa nobre conseguiu ampliar seus índices de audiência com relação ao ano passado. E as novidades chegam com a missão de ampliar a boa fase. Assim, o final da primeira temporada de Gugu abriu espaço para uma sacolada de novidades nas noites de terça a quinta do canal, numa safra de estreias intitulada pela própria emissora como sua “temporada de realities”. A Fazenda, Troca de Família e Batalha de Confeiteiros Brasil compõem a nova grade.

A primeira novidade foi a estreia da oitava temporada de A Fazenda. O programa entrou em cena com uma grande mudança estrutural: sai Britto Jr e entra Roberto Justus no comando da competição de fazendeiros. Surpreendentemente, Justus vem se saindo bem na condução da atração. Claro, justiça seja feita, A Fazenda ainda terá que comer muito arroz com feijão para se equiparar aos seus principais similares no Brasil em termos de apresentação: a Casa dos Artistas, do SBT, e o Big Brother Brasil, da Globo. O primeiro está fora do ar há anos, mas a atuação de Silvio Santos frente ao reality foi antológica e é lembrado pelos fãs até hoje. Já Pedro Bial se mostra totalmente à vontade no reality da Globo, e se transformou numa peça importante do jogo.

Já Britto Jr nunca conseguiu tal traquejo diante de A Fazenda. Pelo contrário: o apresentador conseguiu o feito de piorar com o tempo. Por isso mesmo, sua substituição mais do que se justifica. E a escolha de Roberto Justus foi a mais inusitada, mas até que o empresário-apresentador tem se saído bem em sua missão. Claro, ele não é o Silvio Santos (até porque tio Silvio é único!) e ainda não tem o envolvimento que Pedro Bial alcança com seu BBB, mas Justus se mostra bem menos chato que Britto Jr. O maior problema da apresentação de A Fazenda é o roteiro, recheado de frases feitas e tentativas frustradas de imprimir alguma emoção num reality que parece ficar mais sonolento a cada temporada. Se Justus conseguir se desprender do texto e se envolver de verdade com os participantes da atração, já terá ultrapassado Britto Jr. Já sobre o programa em si, nada de novo foi visto. Os participantes são cada vez mais desconhecidos e o jogo não empolgou até aqui.

Uma semana após a estreia de A Fazenda, a Record surpreendeu ao resgatar Troca de Família, um dos melhores reality shows já produzido pela emissora. A atração estreou em 2006 no canal e sempre foi um dos destaques da linha de realities da Record, ao trazer duas famílias cujas mães eram trocadas por uma semana. A graça era justamente “unir” duas famílias de estilos de vidas completamente diferentes, no intuito de gerar situações inusitadas causadas pelo choque de realidades vivido pelas mães e suas respectivas famílias. Ao final, sempre ficava a boa e velha lição aprendida em O Mágico de Oz: não há lugar como o nosso lar. O valor que os participantes passavam a dar aos seus familiares após a troca era sempre bonito de se ver. Troca de Família teve quatro ótimas temporadas produzidas pela emissora, e já foi apresentado por Patrícia Maldonado, Ana Paula Tabalipa e Amanda Françoso, além de ter alguns episódios do quarto ano exibidos como quadro do Tudo É Possível, de Ana Hickmann.

Infelizmente, a nova safra de Troca de Família não é uma nova temporada, e sim um “repeteco requentado”. Se não será desta vez que teremos a chance de ver novas famílias e novas situações, ao menos a emissora acertou na maneira de realizar a reprise, no intuito de imprimir alguma novidade. O primeiro acerto foi escalar Chris Flores para ancorar a atração, afinal, traz de volta às telas uma das mais queridas apresentadoras do canal. Desde que foi afastada do Hoje Em Dia, a jornalista parecia sem perspectiva no canal, mas agora retorna numa nova posição, ocupando um novo horário. É sempre bom vê-la no ar. Outro acerto foi promover o reencontro entre as mães participantes, mostrando ao público o que mudou em suas vidas anos depois da experiência no programa. O episódio (re)exibido nas últimas terça e quinta foi um dos primeiros da história do reality, ou seja, foi produzido há quase dez anos. Foi legal ver como estão as mães hoje, após tanto tempo, e tendo a oportunidade de acertar os ponteiros. Troca de Família vale o ingresso, mesmo sendo reprise.

Por fim, a última novidade da “temporada de realities” da Record é também a única novidade de fato: a competição de culinária Batalha dos Confeiteiros Brasil. Apresentado por Buddy Valastro, conhecido como “Cake Boss”, a atração não é muito diferente dos outros realities de culinária que proliferaram na TV aberta nos últimos anos. Sua maior diferença é que mais parece um jogo de decoração do que de cozinha, afinal, os participantes devem fazer bolos que sejam “vistosos”, e não necessariamente gostosos. Batalha de Confeiteiros soou esquisito em alguns aspectos, como a dublagem estranha de Buddy (que não fala português direito). Chega a ser engraçado um apresentador com a voz do Goku, de Dragon Ball Z. Além disso, o confeiteiro não protagonizou o reality e sua participação foi apagada, sem o brilho de seus similares dos outros canais, como os jurados do MasterChef e do Bake Off Brasil, ou Carlos Bertolazzi no seu Cozinha Sob Pressão.

Mas o programa em si é interessante, principalmente porque a seleção de participantes parece muito bem feita. Os concorrentes ali têm temperamento forte, o que rendeu, de cara, muitos momentos de tensão e algum bate-boca. Entre eles, destacou-se Rosângela, que parece querer ser a “vilã” do programa. Sem se preocupar em ser muito simpática desde o começo, Rosângela seguiu sem paciência com os colegas da equipe na prova de eliminação, e não se fez de rogada ao acusar todos diante do Cake Boss. Além do acerto na escolha dos participantes, a Record também foi feliz na escolha do dia e horário de exibição de Batalha dos Confeiteiros. O programa é uma excelente alternativa para as quartas-feiras.

A “temporada de realities” deu um gás interessante à linha de shows da Record, com uma variedade de programas que o canal não apresentava há muito tempo. A Fazenda já deu o que tinha que dar, mas ainda tem seus fãs. Já Troca de Família e Batalha de Confeiteiros se mostram como boas opções ao espectador. 



Escrito por André San às 13h27
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Tele-Sessão: Megapix exibe "Especial Encalhados"



A vida de solteiro pode até ter seus encantos, mas também é cheia de momentos constrangedores. Para lembrar aos casados do que se é capaz de fazer na busca por um par, o Megapix apresenta, no dia 6 de outubro, o Especial Encalhados, com três filmes em sequência. A partir das 20h40, serão exibidos American Pie - O Livro do Amor, O Virgem de 40 Anos e Sex Drive - Rumo ao Sexo.

O filme que abre o especial, às 20h40, é American Pie - O Livro do Amor. Dez anos depois dos acontecimentos do primeiro American Pie, Rob (Bug Hall), Nathan (Kevin M. Horton) e Lube (Brandon Hardesty) são três amigos, virgens e infelizes.  Por acidente, descobrem o Livro do Amor, escrito pelo Sr. Levenstein (Eugene Levy), só que a obra está praticamente destruída. Para restaurar essa relíquia, que irá ajudá-los a perder a virgindade, eles precisarão encontrar o Sr. Levenstein e dos outros autores da obra.

Em seguida, às 22h30, tem a estreia de O Virgem de 40 Anos. Aos quarenta anos, Andy Stitzer (Steve Carell) leva uma vida tranquila com seu emprego, apartamento próprio e coleção de brinquedos. Mas quando seus amigos descobrem que ele ainda é virgem, eles inventam uma série de planos para mudar a situação. Até que Andy conhece Trish (Catherine Keener), uma mãe solteira que parece estar interessada nele.

E para fechar, à 0h45, tem Sex Drive - Rumo ao Sexo. Ian (Josh Zuckerman) está prestes a entrar para a faculdade e decide cruzar os Estados Unidos com seus dois melhores amigos, a fim de perder sua virgindade com uma menina que conhecera na internet.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 13h26
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Globo promove estreias e define sucessora de "A Regra do Jogo"



Para desespero dos fãs de Angel (Camila Queiroz) e cia, Verdades Secretas chegou ao fim. Com o desfecho da trama das onze, a segunda linha de shows da Globo volta a ser ocupada por programas semanais. As novas temporadas de Pé na Cova e The Voice Brasil são as principais novidades, juntamente com o lançamento da série americana Lista Negra.

As estreias começam hoje, 29, com a volta de Pé na Cova. A série de Miguel Falabella ficou mais tempo fora do ar do que o previsto, já que a ideia inicial era que a quarta temporada estreasse em abril deste ano. Foi adiada, mas agora começa de vez. A grande novidade é a volta de Marília Pera e sua impagável Darlene, que ficou de fora da leva anterior em razão de problemas de saúde. Preparem o gim! Já na quinta, 1º, Tiago Leifert volta a comandar o reality show musical The Voice Brasil, tendo como novidade o cantor Michel Teló. Ele substitui Daniel como técnico da atração. Claudia Leitte, Lulu Santos e Carlinhos Brown permanecem.

A surpresa ficou por conta das noites de sexta. Enquanto todos esperavam pela estreia de Supermax, nova série de ação e suspense produzida pela emissora, a novidade na faixa pós-Globo Repórter será mesmo Lista Negra (The Blacklist, no original). O canal reduzirá sua primeira temporada pela metade, em 12 episódios, provavelmente por meio de cortes e colagens de episódios, como fizeram quando Revenge era exibida nas noites de domingo. O que é uma pena… Salvo engano, a última vez que a Globo exibiu um seriado americano no horário foi em 2001, quando Angel ocupou a faixa por um breve período. Quanto à Supermax, a estreia fica para 2016.

Como se vê, ao contrário dos últimos anos, o Amor & Sexo, de Fernanda Lima, não volta para formar aquela dobradinha esperta das noites de quinta-feira. Mas a atração, anteriormente ameaçada de cancelamento, deve ganhar uma nova temporada, sim, que entrará no ar no início do ano que vem. Segundo o jornal Agora São Paulo, o programa de Fernanda Lima deve ganhar um novo dia de exibição: a noite de sábado! Será que Amor & Sexo ficará na faixa pós-Altas Horas? Caso esta informação se confirme, Fernanda ocupará o horário que o próprio Serginho já ocupou por anos, quando o Altas Horas ia ao ar após o Supercine. Um horário interessante, que pode dar ainda mais liberdade criativa ao programa. Numa dessas, quem sabe o programa não fica fixo?

E já que estamos falando das próximas novidades da Globo, a emissora confirmou que Velho Chico, de Benedito Ruy Barbosa, será mesmo a substituta de A Regra do Jogo, com estreia prevista para março do ano que vem. A produção será dirigida por Luiz Fernando Carvalho e deve ter Antonio Fagundes e Marcelo Serrado no elenco. Ao UOL, a autora Edmara Barbosa explicou como será a trama, que trará duas famílias rivais que vivem à beira do Rio São Francisco: "Uma família de latifundiários que lida com suas terras e com o rio da maneira tradicional, e outra que se opõe a esse modo de lidar com a terra e com a água, que busca, contra a vontade do coronel, encontrar o equilíbrio entre o homem, a natureza e a forma de produção. Os filhos dessas duas famílias se apaixonam, desencadeando uma verdadeira guerra entre as duas famílias rivais", disse. E quer saber? Ótima decisão da Globo! O sucesso de O Rei do Gado à tarde mostrou que há um público saudoso de tramas rurais. Vai ser bom dar um tempo do eixo Rio-São Paulo.



Escrito por André San às 17h53
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TV Paga: "Cozinhadinho" estreia no Nickelodeon



A nutricionista Andréa Santa Rosa Garcia estreia como apresentadora de TV em Cozinhadinho, nova produção da Cine Group. A atração será exibida pelo canal Nickelodeon e estreia no dia 5 de outubro, às 13h. Andréa e quatro crianças, com idades entre oito e dez anos, se divertem cozinhando receitas saudáveis. Vitor Praude, Giovanna Menezes, Elis Vida e Pedro 14 Voltas são os aprendizes dessa deliciosa aventura.

“A Cine Group me procurou pela minha experiência na clínica e em casa para fazer uma atração que visa combater a obesidade infantil. Fiz questão de não cozinhar. No programa, quem cozinha são as crianças. Vamos ensinar a fazer moqueca capixaba e baião de dois, entre outros pratos, da maneira mais nutritiva possível”, adianta a nutricionista.

Cozinhadinho terá 26 episódios e o objetivo de conquistar o paladar das crianças com pratos gostosos e saudáveis. As receitas foram elaboradas com a participação de técnicos de nutrição do Sesi. A cozinha não é o único cenário do programa. A criançada também visita plantações, feiras, mercados, restaurantes e ambientes ligados ao tema da atração.

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Escrito por André San às 17h52
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"Verdades Secretas" eleva faixa das onze da Globo



 

Curiosamente, a novela de maior repercussão do ano na Globo (até aqui) não estava na faixa das 21 horas, e sim no tardio horário pós-23 horas. Verdades Secretas, escrita por Walcyr Carrasco e dirigida por Mauro Mendonça Filho, sai de cena como a novela das onze de maior audiência e repercussão desde que a faixa foi criada, em 2011, com O Astro. Com temas polêmicos, cenas ousadas e personagens interessantes, Verdades Secretas fez jus a todo o sucesso que alcançou. Entre altos e baixos, revelou-se uma ótima produção.

Verdades Secretas já havia despertado a curiosidade do público antes mesmo da estreia, tendo em vista todas as notícias que saíam sobre a obra na imprensa especializada. Falou-se que a trama estava envolta em mistério e nem sinopse tinha, para que o enredo não vazasse antes da hora. Deborah Secco logo foi anunciada como uma das protagonistas, que seria mãe de uma adolescente e formaria um triângulo amoroso com a própria filha. A atriz teve até de antecipar sua saída de Boogie Oogie, trama das seis onde vivia a personagem Inês, para se preparar para a nova produção. No entanto, Deborah anunciou estar grávida no momento em que já havia gravado as primeiras cenas como Carolina. Afastada da obra, começaram então as buscas pela atriz que a substituiria. Falaram em Débora Falabella e Marjorie Estiano, mas acabaram optando por envelhecer um pouco a personagem e a entregaram à Drica Moraes.

E este foi um dos grandes acertos de Verdades Secretas. Logo na primeira cena da novela, quando Carolina descobre que era traída pelo marido Rogério (Tarcísio Filho), Drica já havia tomado a personagem para ela. E foi sobre ela que os holofotes se mantiveram direcionados ao longo de toda a novela. É simplesmente impossível imaginar Deborah Secco ou qualquer outra atriz vivendo Carolina, uma personagem que carregava uma ingenuidade que beirava o inverossímil, mas que Drica viveu com tanta credibilidade que não havia como o espectador não se compadecer de seu drama e torcer por ela.

Carolina era apenas uma das peças centrais de Verdades Secretas, ao lado de Angel (Camila Queiroz) e Alex (Rodrigo Lombardi). Arlete tornou-se Angel quando virou modelo pelas mãos de Fanny (Marieta Severo), uma agenciadora que cafetinava suas profissionais. Precisando de dinheiro, Angel se submete ao tal “book rosa”, e acaba saindo com Alex. E é assim que os dois se envolvem numa relação de intensa voltagem sexual. Angel se apaixona, mas se afasta de Alex quando acredita que ele havia estuprado sua amiga. Completamente obcecado pela ninfeta, Alex resolve se casar com a mãe dela para voltar a se aproximar da garota. Carolina, dona de uma autoestima nem um pouco elevada, se entrega à sedução do empresário, que passa a maltratá-la logo após o enlace. Angel e Alex, então, passam a ter um caso debaixo do mesmo teto que Carolina, que nada percebe (ou finge que não).

Uma história densa e pouco convencional. Afinal, não há inocentes dentro da trama principal. Alex era um canalha, daqueles que acreditam que tudo podem já que contam com o poder do dinheiro. É um insensível e, mais grave, um corruptor de menores. Já Angel é fraca de caráter, pois não teve coragem de contar à mãe a verdade sobre Alex, deixando-a se casar com o bandido. Pior, submeteu-se ao papel de amante do padrasto, traindo a própria mãe. E Carolina tornou-se a vítima de sua falta de amor próprio, mergulhando nesta relação que já começou errada, mas da qual ela acreditava que era bem mais do que merecia.

Um emaranhado deste não poderia ter um desfecho feliz. A tragédia marcou o último capítulo. Carolina se mata logo após flagrar o marido e a filha na cama. Angel, após um período de depressão, conclui que Alex é o responsável por toda esta desgraça e o mata. Por fim, a “mocinha” é a única a esboçar alguma felicidade no final, casando-se com o namorado Gui (Gabriel Leone). Mas o olhar da jovem entrega a grande transformação que toda esta tragédia causou em Angel. A cena final, dos noivos sobrevoando São Paulo, deixa um clima de tensão no ar. Quem foi que disse que um casamento é sinônimo de final feliz? Não há brechas para uma felicidade idealizada nesta situação.

Além da trama central forte e envolvente, Verdades Secretas contou com diversas tramas paralelas interessantes. Há Fanny, a cafetina dona de agência de modelos, que vive uma relação de dependência com Anthony (Reynaldo Gianecchini), a ponto de não se importar de dividi-lo com a jovem Giovanna (Agatha Moreira) e com o estilista francês Maurice (Fernando Eiras). Acompanhamos também a sensível história de Fábia (Eva Wilma), mãe de Anthony, uma senhora alcoólatra que se entregava a uma carência absoluta de afeto. A abordagem do mundo das drogas também foi certeira, com as sagas de Bruno (João Vítor Silva) e Larissa (Grazi Massafera). O primeiro vicia-se em cocaína após se apaixonar pela garota de programa contratada pelo pai para iniciá-lo sexualmente. E a segunda protagonizou a saga mais impactante, ao mostrar uma modelo bonita, mas amargurada, que se entrega às drogas e se vicia no crack, chegando ao fundo do poço ao passar pelas maiores agruras na “cracolândia”. A entrega da atriz à personagem foi tanta que Grazi Massafera alcança um novo patamar na carreira após Verdades Secretas.

Aliás, são muitos os destaques do elenco de Verdades Secretas. Já destacamos os trabalhos impecáveis de Drica Moraes e Grazi Massafera, mas não se pode deixar de citar os grandes desempenhos de Marieta Severo, exorcizando de vez a dona Nenê; Eva Wilma, dona de grandes momentos mesmo vivendo um personagem menor; e tantos outros, como Reynaldo Gianecchini, Fernando Eiras, Rainer Cadete (Visky), Genésio de Barros (Oswaldo) e Ana Lucia Torre (Hilda). Também merecem menção Flavio Tolezani (Roy) e Felipe de Carolis (Sam). Isso sem falar no elenco jovem, cujos talentos são incontestáveis: Agatha Moreira, Gabriel Leone, João Vítor Silva e, claro, Camila Queiroz. A estreante não decepcionou vivendo a protagonista, se saindo muito bem nas sequências mais complicadas.

Depois de uma sequência de novelas de tom infantiloide, Walcyr Carrasco se redimiu em Verdades Secretas, construindo uma trama adulta de fato e aproveitando o horário avançado para tocar nos temas mais espinhosos. Claro, o autor ainda repete alguns vícios, como o excesso de didatismo em algumas cenas (lembra daquela em que todo mundo repetia as palavras “book rosa” a cada frase? Ou quando dona Hilda pergunta à Oswlado se ele sabia o que era uma “doença autoimune” e ele praticamente dá uma aula de medicina para responder que sabia?), ou frases com ofensas quase infantis (“gorda”, “bicha velha”, “libélula”...), além da indefectível falta de sutileza (ou alguém ainda tinha dúvidas de que a arma que Carolina usou para se matar seria a grande protagonista do desfecho, após uma série de cenas na qual a dona de casa aparecia apontando aquele negócio pra tudo que é parede?). Mas nada que prejudicasse o resultado final da obra.

Até porque, se o texto nem sempre era dos melhores, a direção acabou por dar muita dignidade a ele. Mauro Mendonça Filho e sua equipe fizeram um trabalho simplesmente impecável, dando ao enredo os contornos necessários para tornar a novela uma obra densa e adulta. Verdades Secretas foi uma história de alta voltagem sexual, como já foi dito, e as cenas de sexo e nudez foram constantes, mas todas muito bem realizadas. Sem dúvida nenhuma, o resultado bem-sucedido da obra deve muito à sua direção, num daqueles casos em que a assinatura do diretor é tão (ou mais) importante que a assinatura do autor. Mauro Mendonça Filho tem feito a diferença na faixa das onze, que segue a mais inventiva dentre as faixas de novelas da Globo (e isso porque este é o primeiro texto inédito do horário, hein?).

Além disso, Verdades Secretas ainda se firma como um ótimo exemplo para a produção da Globo como um todo. Afinal, se a trama foi redonda e sem percalços, isso se deve também ao formato enxuto da obra, com poucos capítulos e poucos personagens. Nenhuma trama paralela pareceu desnecessária, e todas estiveram a serviço do eixo central, o que fez com que todos os seus personagens tivessem razão de existir e seus momentos de brilho ao longo de toda a novela. Um dos problemas da novela tradicional é justamente sua longa extensão e seu sem-número de tramas paralelas que mais servem pra “encher linguiça” do que propriamente levar a história pra algum lugar (o próprio Carrasco caiu nessa armadilha em Amor à Vida, com seus 500 personagens desnecessários). Verdades Secretas cumpriu sua missão.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 14h10
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Globo adia "Sagrada Família", de Maria Adelaide Amaral



Os telemaníacos foram pegos de surpresa nesta quinta, 24. Quando parecia que estava tudo alinhado na fila de autores a assinar as próximas produções das nove da Rede Globo, eis que surge uma novidade que mudou todo o cenário. Já se sabia que Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari seriam os sucessores de A Regra do Jogo, de João Emanuel Carneiro, com uma trama provisoriamente chamada de Sagrada Família. Depois viriam Gloria Perez e, na sequência, Ducha Rachid e Thelma Guedes.

Pois bem. Tal planejamento já não vale mais. Segundo Flavio Ricco, em sua coluna no UOL, a direção da emissora definiu que Sagrada Família será adiada. A Globo, oficialmente, ainda não definiu qual trama, então, substituirá A Regra do Jogo, mas Benedito Ruy Barbosa corre por fora para assinar o próximo folhetim do horário. Caso o nome de Barbosa seja confirmado, a novela Velho Chico, que estava sendo escrita para o horário das seis, será “promovida” ao horário nobre. Seria a volta do autor ao horário nobre, faixa da qual está longe desde 2002, quando escreveu Esperança.

A decisão do adiamento de Sagrada Família foi de Silvio de Abreu, Diretor de Dramaturgia Diária da Globo. Num comunicado oficial da Globo, Abreu explicou a mudança: “A novela da Maria Adelaide é muito boa e traz uma trama política que poderia ficar prejudicada por causa das eleições do ano que vem. Como o Brasil tem uma legislação eleitoral muito rígida, a partir do início de junho teríamos que eliminar essa trama da novela, porque entraríamos no período em que não se pode falar de política. Achei que seria um desperdício fazer isso. Como temos tantas alternativas em pré-produção, decidi adiar a estreia da Adelaide para depois do período eleitoral e colocar outra novela em março. Estou estudando algumas possibilidades e devo decidir a substituição na semana que vem”, contou.

A explicação de Silvio de Abreu é boa, mas já se especula que este não é o único fator que justifica a mudança. Há quem acredite que a emissora resolveu buscar uma novela mais “light” para o horário para fugir de polêmicas, na tentativa de evitar ondas conservadoras que atacaram algumas produções. E também a mudança pode ter a ver com a vontade de variar os cenários e temáticas das tramas das nove, que há mais de 15 anos não saem do eixo Rio-São Paulo. Isso sem falar que até mesmo os cenários se parecem, afinal, é impossível ver o atual Morro da Macaca de A Regra do Jogo e não se lembrar do Morro da Babilônia, da novela homônima anterior. Fora I Love Paraisópolis, também situada numa comunidade. A Globo já foi mais cuidadosa no sentido de evitar repetições de temáticas seguidas, como vem acontecendo agora. Neste contexto, escalar Benedito Ruy Barbosa se justifica, pois seria a volta das tramas rurais no horário nobre.

O comunicado da Globo reafirma que as novelas em pré-produção não serão paralisadas e as escalações estão mantidas. Ou seja, Sagrada Família deve ficar para o final do ano que vem, tendo em seu elenco os atores já anunciados, como Vera Holtz, Tarcísio Meira, Reynaldo Gianecchini, Claudia Abreu, Grazi Massafera, entre outros. Mesmo assim, causou certo espanto esta mudança repentina, já que a Globo não costuma fazer este tipo de coisa. A última vez que aconteceu algo semelhante, salvo engano, foi no ano de 2008, quando a emissora interrompeu a produção do remake de Paraíso, que substituiria Ciranda de Pedra, e escalou Negócio da China, de Miguel Falabella, para a missão. A ideia era dar um tempo nas produções de época que dominavam o horário. Negócio da China não emplacou, é verdade, mas deu início a uma variedade de temáticas que fez bem à faixa das seis, algo que se manteve até hoje. Quem sabe não acontece o mesmo no horário das nove?

PS: Vale lembrar que Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari são os autores das bacanééérimas Ti Ti Ti e Sangue Bom, e, portanto, este blog aguarda ansiosamente pela estreia deles no horário nobre!



Escrito por André San às 17h42
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Séries em Série: 2ª temporada de "Bitten" estreia no canal Syfy



O Syfy estreia a segunda temporada da série Bitten no dia 7 de outubro, quarta-feira, às 21h. O novo ano da produção conta com 10 episódios. A série gira em torno de Elena Michaels (Laura Vandervoot, Smallville), a única mulher do mundo que foi capaz de sobreviver a uma mordida de lobisomem e, portanto, se tornou uma das feras.

Na história, a lobisomem foge para Toronto, Canadá, em uma atitude desesperada para escapar deste mundo e da criatura que a transformou em uma criatura. Lá, ela passa a trabalhar como fotógrafa e esconde seu outro lado do novo namorado, o executivo Philip McAdams (Paul Greene, de Um Lugar Qualquer).

Porém, além de estar dividida entre dois universos, o humano e o de lobisomem, ela também está entre dois amores. Elena se envolve em um triângulo amoroso que inclui seu atual namorado e o ex-namorado lobisomem Clay Danvers (Greyston Holt, de Alcatraz). Bitten também conta com Greg Bryk (Marcas da Violência) como o lobisomen "alpha" Jeremy Danvers.

Na primeira temporada, a matilha da qual Elena faz parte é ameaçada por uma série de assassinatos. Após a lobisomem rastrear um dos agressores e vingar a morte de seus colegas, outros do grupo que os persegue descobrem sua vida paralela e atacam Philip. Elena, então, foca toda sua raiva em acabar com a vida dos que cometeram o atentado. Após achar que havia acabado com seus inimigos, ela deixa de procurá-los, dando tempo para que eles planejem a morte de Philip. A produção é inspirada no primeiro volume da série de livros Women of the Otherworld, da escritora canadense Kelley Armstrong, que chegou a ser o mais vendido nos Estados Unidos, de acordo com o jornal The New York Times.

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Escrito por André San às 17h40
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"Sensacional" não tem nada de sensacional



A RedeTV tem destas coisas. Quando parece que alguém lá dentro tomou juízo, surgem provas de que a coisa não é bem assim. Neste ano de 2015, a emissora promoveu boas estreias, como Mariana Godoy Entrevista, Melhor pra Você e Super Faixa do Esporte, e está prestes a lançar seu novo jornalístico, o Documento Verdade. Além disso, se livrou de algumas produções de gosto duvidoso, como o Teste de Fidelidade. Entre tantas estreias, surgiu no último domingo o inacreditável Sensacional, que não faz jus ao título.

Apresentado por Daniela Albuquerque, o Sensacional parece mais uma tentativa da emissora de emplacar sua primeira-dama como apresentadora (Daniela é esposa de Amílcare Dallevo, presidente da RedeTV). Depois de comandar Dr. Hollywood, Manhã Maior e Sob Medida, Dani agora debuta como animadora de auditório. Diante de uma pequena plateia e num cenário que parece criado sob sérias restrições orçamentárias, o programa reúne o que há de mais batido e ultrapassado em termos de programa de auditório. Na estreia, a funkeira Valesca esteve no palco da atração, para apresentar algumas de suas músicas e participar de um game com uma fã.

Além disso, o programa transformou o agora extinto Sob Medida num quadro, com Fabio Arruda e Tiago Aprígio realizando uma transformação numa participante. Teve também uma matéria externa, na qual Daniela Albuquerque mostrou um hotel para cães. Tudo isso ocupando uma hora e meia da programação dominical da RedeTV, entre 16h e 17h30. Horário concorridíssimo, com futebol na Globo, e Eliana, no SBT, e Rodrigo Faro, na Record, disputando a tapa alguns pontos no Ibope.

Dito tudo isso, fica a questão: o que a RedeTV realmente espera ao lançar um programa como o Sensacional? Não é preciso ser adivinho para concluir que a atração não tem qualquer chance de um lugar ao sol diante de concorrência tão acirrada. E se não tem chances, por que não, ao menos, oferecer algo diferenciado, ou seja, uma alternativa de fato, ao invés de mais do mesmo? Vou além: o canal acaba de dispensar Gilberto Barros, exímio animador de auditório que comandou, por dois anos, o Sábado Total. Por que dispensar Barros e apostar justamente em Daniela Albuquerque, que nunca mostrou lá muito traquejo? Além de Gilberto, há tantos outros bons apresentadores e apresentadoras fora do ar…

Justiça seja feita, Daniela Albuquerque melhorou bastante desde sua estreia, quando fazia reportagens no Bom Dia Mulher. Mas ainda está longe de ser uma boa apresentadora. Falta-lhe carisma, presença cênica e uma pitada de malícia. Mesmo assim, deram a ela um programa dominical, e com um nome pretensioso, Sensacional. A atração nada tem de sensacional, e isso é um fato. Fica a impressão de que o programa foi criado apenas para Daniela Albuquerque ter o que fazer no canal, sem nenhuma preocupação em ser competitivo, ou viável comercialmente, ou qualquer outro propósito. Num momento de crise como o atual, uma aposta desta beira a irresponsabilidade.



Escrito por André San às 17h56
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Séries em Série: Em "Beauty and the Beast", Cat desiste de tentar impedir os experimentos



O Canal Universal exibe no dia 26 de setembro, sábado, às 18h, o nono episódio inédito da terceira temporada de Beauty and the Beast. Em "Cat's Out of the Bag", após Liam (Jason Gedrick) destruir o casamento de Cat (Kristen Kreuk) e Vincent (Jay Ryan), assassinar Julianna (Gloria Votsis) e fugir, Cat decide que não pode ser responsável pelos experimentos que transformam pessoas em super-humanos e resolve não procurar por Liam. Entretanto, Vincent não concorda e começa a procurar outros jeitos de rastreá-lo, já que ele não deixou nenhum vestígio na igreja.

Mais tarde, Cat decide, ainda, parar de esconder o caso das feras na delegacia e conta ao capitão Ward (Brennan Brown) que Liam poderia estar envolvido no assassinato de Julianna. A detetive ainda convence Tess (Nina Lisandrello) a elaborar um plano para prendê-lo, como se ele fosse um criminoso comum. Durante a conversa, o policial Alex (Justin Goodhand) interrompe para contar que um homem foi flagrado tentando roubar o corpo de Julianna do necrotério.

Cat acredita que o homem pode ser Liam e recruta alguns policiais para conseguir prendê-lo, mas, ao chegar no necrotério, descobre que Vincent estava tentando rastrear Liam através do corpo de Julianna. Ele percebe que todo o sangue de Julianna já havia sido drenado e desconfia que a pessoa que roubou ou queria o soro para si, ou para ter a certeza de que ninguém mais teria acesso. Já Cat supõe que Liam pode ter colhido o sangue para eliminar todas as evidências contra ele.

A mudança de ideia repentina de Cat fez com que Vincent, Tess e J.T. (Austin Basis) acreditassem que ela ainda está em choque com o que aconteceu no casamento e tentam convencê-la de que ela está cometendo um grande erro. Já Heather (Nicole Gale Anderson) apoia Cat e afirma que ela não está deixando de ser responsável pelos experimentos, e sim transformando em um caso de polícia e evitando que todos arrisquem suas vidas. Cat afirma que não mudará de ideia e Vincent culpa Heather por convencê-la a desistir de salvar inúmeros inocentes dos experimentos que estão sendo realizados. Após, J.T. explica à Heather o motivo de Vincent insistir que ele e Cat se encontraram por uma razão maior e mostra o diário da bisavó de Cat, que, há décadas atrás, também se apaixonou por uma fera.

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Escrito por André San às 17h54
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"MasterChef": melhor reality show da temporada



Encerrada a sua segunda temporada na noite da última terça-feira, 15, o MasterChef Brasil, da Band, firma-se como o melhor reality show da televisão brasileira na atualidade. A atração conseguiu ser ainda mais envolvente e emocionante do que seu primeiro ano, que também já havia sido muito bom, e termina como um legítimo sucesso de público e crítica. MasterChef não apenas rendeu um Ibope muito acima do que a Band estava acostumada, chegando à liderança em alguns momentos, como movimentava as redes sociais a cada exibição.

Esta nova leva de episódios ganhou cores ainda mais intensas de folhetim, com diversos participantes assumindo papéis entre mocinhos, bandidos e coadjuvantes. Neste contexto, o reality contou com várias passagens marcantes, como o arranca-rabo entre Cristiano e Iranete, ou as frases cortantes de Fernando, que virou uma espécie de “vilão” desta edição. MasterChef conseguiu ainda fazer seu espectador cair de amores por Jiang, a simpática chinesinha que encantava com sua maneira peculiar de se comunicar (em seu vocabulário, cebola era “cebora” e purê virava “pulê”. Na já clássica prova de se adivinhar qual era a ave, Jiang ouviu falar pela primeira vez de marreco, ou “maleco”, como ela chamou). Além disso, Jiang mostrou-se uma competidora leal e amiga, e também se mostrou paciente diante de alguns perrengues da competição (chegou a ensinar técnicas do Tai Chi Chuan).

Após provas complicadas e pratos que aparentavam estar apetitosos, Jiang fez jus à torcida organizada que conquistou e foi longe no jogo. Chegou ao penúltimo programa, ao lado de Izabel e Raul, outros candidatos que também se tornaram queridos de boa parte dos fãs. Mas como bem reforçou a apresentadora Ana Paula Padrão, o MasterChef não é um concurso de miss simpatia, e sim de culinária. E, assim, Jiang se despediu do público na reta final, causando uma verdadeira comoção nas redes sociais. Izabel e Raul disputaram a última prova, num episódio final bem confuso (mesclando partes ao vivo e gravadas, e uma desnecessária participação de Preta Gil), que acabou consagrando a moça a grande vencedora. Vitória merecida!

Aliás, talvez seja justamente este ponto o maior trunfo do MasterChef. Trata-se de uma competição de talentos, e o júri é soberano no momento de indicar quem sai e quem fica. Isso garante não apenas uma decisão mais justa, como também garante alguma emoção ao jogo, já que o público pode até prever, mas não ter a certeza absoluta sobre quem sai e quem fica, pois não participa da escolha. Tudo bem que o resultado vazou antes da hora (aliás, a emissora podia avaliar alguma maneira de evitar este tipo de coisa), mas, mesmo assim, a não-participação do público nas decisões, a la Big Brother, confere um diferencial interessante ao programa. Ganha quem faz por merecer. Na opinião dos jurados, claro!

E os jurados são os grandes curingas do MasterChef. Realities de culinária estão na ordem do dia, mas o MasterChef surge como o principal entre tantas opções, justamente pela presença de Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin. Os três são ótimos e funcionam muito bem juntos. No início desta nova temporada, eles surgiram meio estranhos, principalmente Paola e Jacquin. Mais cheios de caras e bocas, eles pareciam mais preocupados com suas performances no vídeo do que com o julgamento em si. Felizmente, tal postura durou pouco, e logo eles reassumiram seus lugares no jogo. Deu tempo até de os “shippers” de plantão “torcerem” por uma espécie de “casal platônico”, formado por Paola e o participante Marcos. A troca de olhares entre os dois levavam os internautas à loucura.

Ana Paula Padrão reforçou sua presença nesta nova edição do MasterChef. A jornalista ainda é criticada por alguns, que a acham desnecessária e que está ali apenas para gritar “cinco minutoooos!” aos participantes. Discordo. A apresentadora é um importante elo, que amarra bem a interação entre os participantes e jurados, além de aproximar os participantes do público com bate-papos interessantes. Ela é uma âncora na atração, uma figura que não está necessariamente no centro das atenções, mas que se coloca quando é necessário. E Ana Paula Padrão cumpre este papel com muita competência. Nesta onda de jornalistas migrando para o entretenimento, Ana Paula aparece como exemplo de transição bem-sucedida.

MasterChef foi um grande acerto da Band, e o sucesso de sua segunda temporada comprovou isto. O desafio da atração, agora, é saber seguir dosando bem o elemento humano, que dá as cores de reality show ao formato, com provas e desafios bem elaborados e “deliciosos”. Se conseguir, a atração ainda terá alguns bons anos pela frente e mais lenha para queimar. Agora, a Band promete lançar o MasterChef Junior em breve, também nas noites de terça, e repetindo as presenças de Ana Paula Padrão, Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin. Vamos ver como será a interação entre estes jurados “linha dura” e os pimpolhos mestres-cucas. E vamos ver também se o espectador se mostrará tão interessado na competição infantil como se mostrou na versão adulta.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 17h35
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"Tapas & Beijos" chega ao fim



Na noite da última terça-feira, 15, a Globo exibiu o último episódio de Tapas & Beijos. A série, encomendada para ser uma série de humor popular aos moldes de A Grande Família com o objetivo de substituir o Casseta & Planeta, Urgente!, revelou-se um grande acerto da emissora e sai de cena por cima. Se estreou cambaleante e com jeito de que teria vida curta, o tempo tratou de dar-lhe envergadura suficiente para que a atração se tornasse uma boa opção.

Tapas & Beijos contou a história de Fátima (Fernanda Torres) e Sueli (Andrea Beltrão), duas grandes amigas que trabalhavam numa loja de noivas em Copacabana, no Rio de Janeiro. A ideia inicial era contrapor este ofício de satisfazer as futuras noivas com a vida pessoal das protagonistas, que sonhavam em se casar, mas tinham vida amorosa turbulenta. Enquanto Fátima se aventurava como amante do comerciante Armane (Vladimir Brichta), Sueli vivia recaídas com o ex-marido Jurandir (Érico Brás) e implorava a Santo Antonio (Kiko Mascarenhas) um noivo decente. Ao redor delas orbitavam o patrão Djalma (Otávio Muller), sua mulher Flavinha (Fernanda de Freitas) e Seu Chalita (Flavio Migliaccio), o dono do Rei do Beirute, onde os personagens viviam em happy hour.

Este universo parecia limitado. Até quando as desventuras amorosas de duas vendedoras solteironas interessaria o público? Tudo parecia lugar-comum e Tapas & Beijos parecia uma obra de vida curta. No entanto, tal qual em A Grande Família, o criador Claudio Paiva e sua equipe trabalharam no sentido de expandir o universo da série, acrescentando novos personagens e novos conflitos. A virada aconteceu nos episódios finais da primeira temporada, quando Jorge (Fábio Assunção) foi incorporado ao elenco principal e se juntou a Sueli. Formaram-se os casais centrais, que passariam a sustentar a série, e ao redor deles vieram outros entrechos.

Com a chegada de Jorge, a boate La Conga tornou-se um dos cenários principais da série e trouxe outros personagens, como a dançarina Lucilene (Natalia Lage), além de Tijolo (Orã Figueiredo) e sua esposa Stephanie (Rafael Primot), e sua filha Bia (Malu Rodrigues), que acabou se casando com Jurandir. Outros agregados também foram sendo integrados, como o dentista PC (Daniel Boaventura) e o advogado Tavares (Kiko Mascarenhas, que ganhou outro personagem com a “saída” do Santo Antonio). Tudo isso foi trazendo substância à série, e os personagens foram amadurecendo, tornando-se mais próximos do público. Em suas temporadas finais, Tapas & Beijos soube divertir e emocionar na dose certa, além de envolver o público com os dramas e alegrias de Fátima, Sueli e cia.

Um elenco entrosado e competente e um texto de qualidade fizeram de Tapas & Beijos um sucesso merecido. Terminou na hora certa e deixará saudades, o que é muito positivo. E cabe aqui um comentário sobre as séries de sucesso de Claudio Paiva: tanto A Grande Família quanto Tapas & Beijos começaram sem grande alarde, mas evoluíram quando expandiram seus universos e utilizaram a passagem do tempo a seu favor. O autor agora tenta emplacar mais uma série, Chapa Quente, que estreou cambaleante também, mas que parece estar, aos poucos, buscando rumos mais interessantes. Tanto que já garantiu uma segunda temporada. Será que Chapa Quente conseguirá virar o jogo, tal qual A Grande Família e Tapas & Beijos? Aguardemos os próximos episódios.



Escrito por André San às 18h34
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